quinta-feira, novembro 30, 2006


Depois de algum tempo de jejum, volto a postar uma foto que fiz em Petrópolis, cidade imperial do Rio de Janeiro. Para quem não sabe, Petrópolis é uma cidade bastante florida - e fria também, portanto um prato cheio para quem quer fotografar. Fotos de flores são batidas, mas eu *adoro* as flores, sendo portanto irresistível para mim fotografá-las. Nesse dia em que fotografei essa flor, acordei bem cedinho para conseguir uma luz suave e difusa, para a foto não ficar com sombras muito projetadas. Mas o tempo se virou contra mim: o céu estava nublado demais, e a luz muito fraca. Tanto o filme quanto os sensores das câmeras digitais são prejudicados pela luz fraca, produzindo imagens granuladas. O filme que usei na ocasião foi o Konica Minolta Centuria, que não é lá um grande filme, mas valeu à pena pela experiência e porque estava muito baratinho. Aproveitei que havia chovido durante a noite, deixando as folhas molhadas, e fotografei esse lírio. No pós-processamento usei um programa recomendado por minha amiga Berenice Kauffman chamado "Neat Image", que reduz bastante o granulado - ou ruído, como alguns gostam de chamar. O resultado ficou melhor, mas a definição não está lá grande coisa porque a mesma fica prejudicada pela luz insuficiente. Da próxima vez, levo filmes mais rápidos! :)

3 comentários:

Marta disse...

Hey! Olha eu aqui!
Rodrigo! Eu amei as cores dessa foto. E o que eu acho é o seguinte: tudo bem que há os aspectos técnicos e quem olha uma foto por esse lado pode tecer tais comentários. Mas no meu caso, eu olho com a minha sensibilidade. Não importa se está granulado, com ruído, com luz isso ou aquilo etc. Eu olho uma foto e deixo meus sentimentos me levarem. Essa foto, por exemplo, mexeu comigo.
E o "assunto" pode ser batido ou não. Se vc gosta, vc vai fazer da melhor maneira possível, colocando um olhar único.
Beijão!

Rodrigo N. disse...

Oh, valeu pelo apoio moral, Marta! Entendo perfeitamente o que você diz, pois já vi fotos que foram criticadas tecnicamente, mas que possuíam algo de mágico, muito além de todos os aspectos técnicos. É meio como se fossem os Beatles (rsrsr, viajei!), pois embora quase todas suas músicas fossem compostas de apenas duas notas, elas ficavam sempre ótimas! :)

Marta disse...

hauhauhauua!!
É isso aí! Vc pegou o espírito da coisa!!
Beijão!